Fitz foi deixado na porta do palácio quando tinha apenas 6 anos. Ele é filho bastardo do príncipe herdeiro, mas o mesmo nunca o reconheceu.
É assim que sua jornada na corte começa, e é assim que, ainda adolescente, ele se compromete ao rei e se torna seu assassino particular.
‘O Aprendiz de Assassino’ é o primeiro livro da Saga do Assassino, narrado em primeira pessoa pelo Fitz do futuro, contando a jornada que o levou até aquele ponto (que neste livro ainda não sabemos qual é).

Este não é um livro de introdução comum, Robin Hobb com sua escrita poética, lenta e descritiva não poupa detalhes ao narrar o crescimento de Fitz dentro do palácio, e nesse quesito, apesar de ser o único ponto negativo do livro (na minha opinião), também é seu ponto mais forte.
Aqui acompanhamos a jornada de Fitz dos 6 aos 15 anos, onde ele inicialmente atrai toda atenção negativa por ser o tal filho bastardo que causou a queda do príncipe queridinho de Seis Ducados, à se tornar aprendiz dos estábulos, do castelo, e mais importante, aprendiz de assassino do rei.
Confesso que o que mais me conquistou nessa história foi o envolvimento com os cães e animais. Fitz possui um dom não muito aprovado entre as pessoas que me deixou com a sensação que vai ser mais abordado nos próximos livros.
Aliás, o potencial dessa história é absurda! Antes de começar a leitura eu me incomodava pelo fato de já ter 16 livros publicados lá fora, agora eu sei que simplesmente faz sentido (apesar de que os três primeiros livros podem ser lidos como uma trilogia tranquilamente).
É importante dizer que A Saga do Assassino aborda diferentes assuntos sensíveis, como alcoolismo na adolescência, violência física e psicológica, e é um livro para adultos!
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