Crítica | Renfield – Dando Sangue pelo Chefe

Avaliação: 3.5 de 5.

Quem iria imaginar que o Conde Drácula poderia ser um chefe abusivo?

Renfield (Nicholas Hoult) é forçado a encontrar as vítimas para seu mestre Drácula (Nicolas Cage) e fazer tudo o que ele lhe pede, qualquer que seja o grau de degradação da ordem recebida. Mas agora, depois de séculos de servidão, Renfield está pronto para descobrir se há vida lá fora, para além da sombra do Príncipe das Trevas. Se pelo menos ele puder descobrir como dar fim à sua dependência dele…

Se prepare para uma experiência única ao assistir Nicolas Cage como Conde Drácula e honrando todos os filmes clássicos do gênero.

Assim como em “O Que Fazemos nas Sombras” somos apresentados ao “familiar” de um vampiro, que é responsável pela comida e manutenção. Contudo, não estamos falando de qualquer vampiro, mas sim do Conde Drácula, que é extremamente poderoso e ambicioso.

Ao passar dos séculos Renfield continua fazendo de tudo para agradar seu chefe e deixa de lado o cuidado próprio, até que descobre um grupo de ajuda para pessoas que estão em relacionamentos abusivos, e a partir disso vai entendendo que merece uma vida melhor.

Mesmo sendo focado no relacionamento entre os personagens principais, o longa também apresenta personagens secundários que roubam as cenas (e as risadas).

Apesar de ser um filme de comédia e com cenas extremamente gore, também vemos uma lição de moral (e um guia completo de como identificar relacionamentos abusivos). É perfeito para todos que amam cenas sangrentas, boas músicas, piadas pontuais e referências cinematográficas.

Divulgação: Universal Pictures

O filme tem direção de Chris McKay (LEGO Batman: O Filme), roteiro escrito por Ryan Ridley (Rick & Morty), e foi baseado em argumento original de Robert Kirkman, criador das séries The Walking Dead e Invencível.

Renfield – Dando Sangue pelo Chefe chega nos cinemas brasileiros dia 27 de abril.